Não escrevi nada desse dia.
Vou ver as fotos e relembrar.
Último dia. Fomos visitar a Bodega Bouza. Bonita.
Além dos vinhedos, tem um museu de carros.
O plano era fazer uma degustação com vinhos mais baratos e, depois, almoçar tomando o vinho mais bacana.
Não deu certo. Tinha muita gente, todos brasileiros com vôo pra pegar. A degustação e o almoço acabaram saindo juntos. Custou mais caro e não experimentamos o vinho melhor. Acabamos comprando no Free Shop. No Brasil.

Despedindo do hotel

Despedindo do hotel

Bouza

Bouza

Bouza

Bouza

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Museu de carros

Museu de carros

Hoje amanheceu mais frio e com vento. Fomos para Punta del Este. Lá é ainda um pouco mais frio. Que saudade do frio! Mas venta demais!
Foi muito legal nosso passeio por Punta. Vimos o que tinha pra se ver: as praias de mar, o lado do rio da Plata, Los Dedos (uma mão enorme saindo da areia), as casas e prédios bonitos (os feios também). Tudo meio vazio, muitos restaurantes fechados. Gente e movimento, só de frente pro mar.

Punta del Este

Punta del Este

Punta del Este

Punta del Este


Fomos até Punta Ballena, onde fica a Casapueblo, do pintor João Carlos Vilaró. É uma construção branca, linda. No mirante tinha um vento gelado difícil de suportar.
Punta Balena

Punta Balena

Casa Pueblo

Casa Pueblo

Punta Balena

Punta Balena


De lá, fomos pro Conrad pra almoçar e visitar o Cassino.
Almoço no Conrad

Almoço no Conrad


Foi um dia bem legal.
E terminou melhor. Jantamos no Tandory, onde a garçonete Ana Lia nos atendeu super bem e conversou bastante. Também o Chef Gabriel veio à nossa mesa, deu sugestões, pediu sugestões (onde poderia abrir um restaurante no Brasil. Sugerimos o Guarujá). Até o cara, sozinho, na mesa ao lado conversou com a gente.
jantar no Tandory

jantar no Tandory


E amanhã ainda tem a bodega Bousa.
Fui

Dia lindo. Apesar de ter ido dormir quase 4 horas da madruga, acordei animada. Belo café da manhã, apreciação do local, o rio, a pista de corrida e bicicleta, o sol, o céu azul e fomos pra cidade histórica.
Passamos pelo teatro Solis, pela praça da Constituição com a estátua e o memorial do General Artigas, andamos pela rua Sarandi, cheia de lojas (não achei uma jaqueta que eu quisesse comprar. Aúnica custava mais de R$1000, desisti) e pela praça da Independência, uma espécie de Benedito Calixto, com bijus, antiguidades, quinquilharias em geral. Compramos um vaso japonês (?) lindo de morrer, dois marca-livros, um colar e uma echarpe. Só.

Rambla

Rambla

Pça da Constituição

Pça da Constituição

Pça Independência

Pça Independência

Pça Independência

Pça Independência


Continuamos andando até o Mercado do Porto para almoçar. Ele continua igualzinho, mas a carne que eu pedi estava ruim. Azar meu. O garçon, o Davi, assim como várias outras pessoas por aqui, falava bem o português e sabia tudo sobre o nosso campeonato. E, ainda por cima, era corinthiano!
Mercado do Porto

Mercado do Porto

Sem legenda

Sem legenda

Churrasco uruguaio

Churrasco uruguaio


Voltamos à praça da Constituição pra andar pro outro lado, na Av. 18 de julho. Horrível. Cheia de gente, de lojas feias e me deu calor e arderam as solas dos meus pés. Podia ter pulado essa parte.
Uma loja

Uma loja

Reflexos na Av. 18 de julho

Reflexos na Av. 18 de julho


Volta ao hotel pra dar uma descansada e, depois, jantar no Francis, onde já tínhamos ido em 2011. Bom risoto vegetariano. O Marcio detestou o espagueti com frutos do mar (congelados, segundo ele). Vinho Tannat Dom Pascoal. Bom.
Francis Restaurante

Francis Restaurante

Eu e a Pat Girl

Eu e a Pat Girl

Jantar no Francis

Jantar no Francis

Mais uma viagenzinha esse ano. Fim de semana prolongado (por nós) no Uruguai.
Não trabalhei à tarde, o que já é bom e saímos pro aeroporto às 18:10. Puta trânsito, como era de se esperar e, finalmente, chegamos. Após encontrar o Fernando e a Patrícia, que estão indo com a gente, despachamos as malas, comemos, free shop (o velho, quente e apertado) e avião. Vantagem de vir pro Uruguai é que chega rápido, pouco mais de 2 horas. Delícia. Duas horas de aperto e chego em outro país, outra língua, outra moeda, maravilha.
Aqui as coisas são diferentes. A maioria das pessoas é super gentil, simpática, solícita. Até se estranha. Mesmo os policiais sorriem pra gente.
O rapaz da Avis, o Felipe, foi assim. Uma graça, mesmo quase 2 horas da manhã.
O nosso hotel, o Cala de Volpe é muito bem localizado, na Rambla Gandhi, de frente para o mar, ups, I mean, para o rio da Prata. O lugar é lindo e o hotel é bem bacana.
Um fato que parece coisa de filme: levei como bagagem de mão uma malinha que ganhei de brinde no freeshop de Houston, com o logo do perfume 1 Billion e que eu nunca tinha usado. Qdo o avião pousou em Montevideo, o Marcio pegou a mala e guardou seus livros. Pedi meu casaco, que estava lá dentro e ele disse que não tinha casaco nenhum. Ah, não, tem, sim. Aí, dentro da malinha tinha várias caixas de perfume e outras coisas. Não era a minha! Pode? Duas malinhas 1 Billion no mesmo compartimento do avião, uma do ladinho da outra? E não fosse o casaco, teríamos levado os perfumes de alguém e deixado meu Ipad, casaco, bijouxs e sei lá mais o que meus pra outra pessoa. E mais a minha ira eterna, claro!

Dia de ir embora é um saco. Fim de férias, arrumar malas, sair do hotel pra aproveitar o finzinho, mas olhando pro relógio toda hora.
Manhã inteira na função separar coisas em 4 malas (e mais a minha novíssima mochila Kipling, me aguardem no FGF!).
Missão cumprida, pra variar, vamos andar lá nas ruinhas de Covent Garden. Nenhum programa que envolvesse gastar mais £ 18 (R$70) por dia de Underground.
Almoço onde? Jamie Oliver no Mercado de Covent Garden. Sócios, praticamente.
Ainda comprei umas bijouxs na Acessorize, tentei achar uma jaqueta de couro preta, mas desisti.
Taxi pro aeroporto com um turco que não parava de falar. Como é bem longe, fomos admirando as casinhas londrinas, sempre no mesmo estilo. Não tem prédios. Nem lugar pra guardar carro. Existem algumas vagas na rua, que são licenciadas e pagas por ano.
Aeroporto é aquela merda. Vai no freeshop, vai no banheiro, anda pra lá e pra cá. Principalmente em Heathrow, que é enorme.
Jantamos de novo no Plane Food, do Gordon Ramsey.
Na hora de embarcar, a japonesinha mais linda do mundo disse pra mim: I’ll get you a better seat. Eu pergunto, depois que ela rasgou nosso cartão de embarque: where are you puting (ou putting?) us?. Ela: in business class.
Nada como ser fiel a uma empresa, né? E, agora, depois de momentos de extreme joy, aqui estamos nós, mais insuportáveis do que nunca, tomando um Pinot Noir da California.
Grand finale pra nossa viagem, que foi um show!

Outro dia de sol. Loucuras de verão inglês.
Primeira parada, Forbidden Planet, a loja/livraria de comics que poderia levar o Gabriel à falência. Até eu, que não entendo nada, fiquei deslumbrada. Achamos o livro que ele queria e mais alguns outros. Chegamos lá procurando pelo mapa, descemos numa estação diferente das nossas habituais e, qdo olhamos melhor, era em frente ao Punjab, bem ali em Covent Garden. Só chegamos pelo lado oposto.
Aí, lá fomos nós pra Regent St, carregando aqueles livros pesados, pra trocar a mochila que o Marcio comprou ontem e, 5 minutos depois, quis de outra cor.
Depois, tb eu dando uma de mané, voltei na loja da Kipling onde compramos ontem o presente da Luisa, pra comprar uma pra mim tb. Minha primeira Kipling! I feel like a teenager.
Voltamos pro hotel, porque era volume demais pra carregar.
Almoçamos no Jamie Oliver’s italian em Picadilly. Habitués, já.
Subindo a Regent St, é difícil resistir a todas aquelas lojas. Entrei na H&M de novo e consegui deixar o Marcio irritado com a demora. Mas é grande, 3 andares, não tinha nada que prestasse e eu precisava de uma blusa pra usar à noite, já que iríamos jantar no Savoy Grill do Gordon Ramsey, chiquérrimo, dentro do hotel Savoy.
Mas, antes, tinha o musical Thriller. Ficamos meio atrasados e, ainda por cima, chegando ao nosso quarto, as luzes não acendiam. Sei lá o que a vaca da camameira fez com o cartão da eletricidade. Foi um caboclo lá, pra ver como somos idiotas.
Gostei do Thriller. Os caras dançam muito. E as músicas são legais.
Já o tal Savoy Grill, não correspondeu. Muita caretice, muito caro, o chateaubriant estava sem sal e devíamos ter ido a outro lugar, save money.
Bom, sexta-feira à noite, vamos pra saideira, só que não. Onze e meia da noite e os bares já estão fechando. Vai entender. Achamos o Philomena, ainda aberto, mas bem sem graça. Tomamos uma pint, só porque era a noite de despedida.
Fui dormir e deixei pra arrumar as malas amanhã.

Sol de novo. Só pode ser o aquecimento global!
A Graciela me mandou uma msg desmarcando o almoço, pois Theo ficou doentinho. Uma pena, ia ser bacana encontrar com ela e a Fatiminha. Mas temos poucos dias e muito a fazer por aqui, então vamos desbravar Londres.
Andamos por Covent Garden, que é um charme, cheio de lojas e restaurantes.
Redescobrimos o Punjab, onde almoçamos 5 anos atrás. Mas não hoje. De loja em loja, algumas aquisições, acabamos almoçando no mercado, em outro Jamie Oliver.
Mais caminhadas, chegamos na lojona de M&M. Gigante. Quilos de M&M na bagagem.
Regent St, presente da Luisa, Abercrombie, tal. Dor nos pés, calor da Bahia, roupa grudada no corpo, quero ir pra casa agora!!!
Metro, hotel, descanso.
Reserva no Hakkazan, outra dica da Denise.
Restaurante no Mayfair, motoristas dentro de Mercedes e Bentleys na porta, chiquérrimo, escuro, comida maravilhosa, caro. Mas adorei. Foi o melhor jantar da viagem. Recomendo fortemente.
Agora, no hotel, escrevendo com sono.,
Amanhã tem mais